Produção do livro digital baseado nas discussões do filme: we all want to be young.
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Maurina Luzia CIÊNCIAS Naturais
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
domingo, 14 de setembro de 2014
Aulas Práticas na disciplina de Ciências Naturais
9º Ano Escola Dep. Dormevil Faria ( modelo de Eletroima)
7º Ano Escola Dep. Dormevil Faria ( Aula Prática com plantas gimnosperma)
7º Ano Escola Dep. Dormevil Faria ( Aula Prática com raízes do tipo fasciculada e pivotante - angiospermas)
sexta-feira, 22 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
PROJETO NOSSA ESCOLA SUSTENTÁVEL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO - UFMT
SISTEMA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL - UAB
PROCESSO FORMATIVO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL
ESCOLAS SUSTENTÁVEIS E COM VIDA: TECNOLOGIAS AMBIENTAIS
PROJETO NOSSA ESCOLA SUSTENTÁVEL
CRISTINA DA SILVA PEIXOTO
MAURINA LUZIA DE OLIVEIRA
TUTORA: IVANIR DA SILVA OLIVEIRA
PONTES E LACERDA/MT
2011
PROJETO NOSSA ESCOLA SUSTENTÁVEL
Plano de ação
A Educação Ambiental (EA) é um processo de reconhecimento de valores e clarificação de conceitos, objetivando o desenvolvimento das habilidades e modificando as atitudes em relação ao meio, para entender e apreciar as inter-relações entre os seres humanos, suas culturas e seus meios biofísicos. A EA também está relacionada com a prática de tomada de decisões e a ética que conduzem para a melhoria da qualidade de vida. (Conferência Intergovernamental da Tblise, 1977).
O Decreto N.º 4281, de 25 de junho de 2002, regulamenta a Lei N.º 9795, de 27 de abril de 1999 que institui a Política Nacional de Educação Ambiental. Os Parâmetros Curriculares Nacionais propõem a inserção EA na matriz curricular como um tema transversal, isto é, ela não se constitui como uma disciplina isolada do currículo, mas permeia todas as áreas do conhecimento, partindo do pressuposto de que a dimensão ambiental também engloba os aspectos sociais, econômicos e políticos
O curso escola sustentável possibilita então fazer uma analise da escola que estamos para uma escola de queremos, ou seja, o edifício escolar deve ser referência para o conjunto social, tornado- se um espaço educador sustentável.
Dessa forma, é necessário que, dentro do espaço escolar, haja a possibilidade de se desenhar e implantar sistemas ecoeficientes. Isso ocorrerá se o espaço for construído ou reformado segundo o conceito da acessibilidade faz sua transição para assegurar o acesso de todos os alunos e profissionais às suas dependências com mais autonomia, segurança e acolhimento. Para isso, precisa repensar o seu espaço físico, fazendo as adaptações necessárias. É preciso garantir, dessa forma, através da acessibilidade arquitetônica em todo seu espaço, a inclusão com referências universais, outro conceito projeto de sustentabilidade.
Esse projeto de sustentabilidade é uma nova forma de organização na escola e se baseia na participação de estudantes, professores, funcionários , diretores, comunidade seu principal papel é contribuir para um dia-a-dia participativo, democrático animado e saudável na escola, promovendo o intercâmbio entre a escola e a comunidade. Por isso o projeto chega pra somar esforços com outras entidades da escola: a associação de pais e mestres, o conselho da escola, associações comunitárias, Ongs e movimentos sociais, trazendo a educação ambiental para todas as disciplinas.
TÉCNICA DA COMPOSTAGEM
Montar uma horta na escola é uma forma enriquecedora de trabalhar a sustentabilidade. Técnicas de plantio podem ser ensinadas aos alunos, que poderão cultivar espécies vegetais que garantam a qualidade de uma boa refeição. Com isso, vão percebendo que podem se manter, que esses aprendizados podem ser estendidos para suas casas, suas famílias, ou mesmo que os alimentos colhidos podem ser divididos entre toda a comunidade escolar.
A ecotécnica da compostagem que parece ser a mais adequada à realidade da escola tanto para o reaproveitamento das sobras de alimentos como adubo orgânico para a horta. Acredito que pode contribuir para que ela se torne um espaço educador sustentável. Pois para a preparação estão incluídos os restos de alimentos crus ou cozidos, como cascas de frutas e de vegetais, sobras de comida que são jogados fora. Além das aparas de grama, folhas verdes e secas, galhos, cascas enfim, todo o material de origem animal ou vegetal poderá entrar na produção do composto.
Quanto mais variados e mais picados os componentes usados, melhor será a qualidade do composto e mais rápido o término do processo de compostagem.
É um modo de fornecer as condições adequadas aos microorganismos para que esses degradem a matéria orgânica esse adubo no solo aumenta o número de minhocas, insetos e microorganismos disponibilizem nutrientes para as plantas. O mesmo poderá vir a ser utilizado no jardim e na horta da escola.
Aprender a aproveitar materiais descartáveis é uma forma de enriquecer o conhecimento, além de mostrar que o lixo precisa ser transformado. Não temos mais lixões o suficiente para armazenar tudo que é descartado pelo homem. Além disso, é uma matéria prima sem custo para quem sabe reaproveitá-la.
TÉCNICA DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DA CHUVA
Outra ecotécnica que atende as necessidades da escola é a captação da água da chuva. Sabemos que água da chuva é um recurso valioso, gratuito, e muitas vezes subestimado, não sendo bem aproveitado para o uso humano. Adotar a captação e reutilização da chuva é econômico, simples e de grande serventia para escola e para toda uma comunidade. As técnicas de captação da água da chuva atuam em diversas formas, como na redução de custos com abastecimento de água potável; aumento da independência de fontes de abastecimento; e redução na ocorrência de alagamento. E possibilita fazer um estudo dos índices pluviométricos da região.
A reutilização ou reuso da água, o uso de águas residuais, não é um conceito novo e tem sido praticado de variadas formas há muitos anos. Há, por exemplo, relatos de sua prática na Grécia Antiga, China, e América Andina.
A sua reutilização ocorrera nas atividades de limpezas da escola como: no pátio, quadra, sala de aula e bem como a sua reutilização na horta e jardinagem.
A Coletar água de chuva é simples e requer um pequeno investimento inicial que será rapidamente recuperado com a economia no consumo de água encanada. Com a instalação de um filtro, essa água pode ser usada para banhos e lavagem de louça, por exemplo.
O objetivo do projeto requer produzir mais e melhor, portanto, sem produzir tantos resíduos ou demandar tantos recursos, reside em percebermos e desenvolvermos processos de produção, análise e monitoramento das nossas intervenções, pautados na capacidade de fechar ciclos transformando resíduos em recursos e criando múltiplas funções para as intervenções que decidimos realizar.
Cronograma
1ª FASE |
Visa buscar parceiros com a comunidade escolar na implantação das ecotécnicas, por exemplo pedreiro, engenheiros, carpinteiros. |
2ª Fase |
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3ª Fase |
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Orçamento simplificado
- Técnica de Compostagem
Produtos | Valor |
01 caixa d’água velha | Contém |
- Técnica de Captação de Água da Chuva
Produtos | Valor | |
01 reservatório de água 10.000 litros | R$ 2.595,00 | |
15 m de 70 cm de calha | R$ 322,50 | |
01 m tela | Contém | |
01 barra de cano 100 mm | R$ 55,00 | |
02 cotovelo ou curva | R$ 9,20 | |
TOTAL | R$ 2.981,70 | |
OBS: A mão de obra é voluntária da comunidade escolar.
Bibliografia
PEREIRA, Dulce Maria. Processo Formativo em Educação Ambiental: Escolas Sustentáveis e COM VIDA. Modulo III – Ecotécnicas. Ouro Preto, 2010.
Escolas Sustentáveis e COM VIDA: Processo Formativo em Educação Ambiental, Ouro Preto: UFOP, 2010.
________________SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO. Site .www.seduc.mt.gov.br , acessado em 15.04.2011.
Memorial descritivo da Escola Dep. Dormevil Faria
MEMORIAL DESCRITIVO DA ESCOLA ESTADUAL
DEPUTADO DORMEVIL FARIA
CRISTINA PEIXOTO
MAURINA LUZIA DE OLIVEIRA
A Escola Estadual Deputado Dormevil Faria está localizada na rua Ceará, quadra 134 nº 782 na área central do município de Pontes e Lacerda estado de Mato Grosso.
A escola atende à educação básica na modalidade fundamental. O ensino fundamental regular está organizado por ciclos e totalizam nove anos de escolaridade, atuando em dois períodos: matutino e vespertino.
A Escola Estadual Deputado Dormevil Faria apresenta hoje uma estrutura composta por 19 salas de aula, 1 sala de direção, uma sala bastante ampla para a secretaria escolar, uma sala de leitura bem equipada, uma sala para biblioteca que foi recentemente ampliada e reformada com espaço reservado para leitura. Também foi feito investimento na ampliação do acervo. Temos ainda um sala para articulação, uma sala para coordenação, 1 sala destinada ao laboratório de informática que foi ampliado quanto ao número de máquinas mas que ainda são insuficientes para atender a alta demanda dada a ênfase na tecnologia que tem sido dada no setor pedagógico, uma sala para professores, uma cantina, uma cozinha acompanhada de um amplo refeitório, um espaço para almoxarifado uma quadra poliesportiva coberta e necessitando de reparos no piso. Possui ainda banheiros femininos e masculinos destinados aos alunos, bem como aos portadores de necessidades especiais e banheiros privativos para os professores e para a secretaria. E recentemente foi construída uma quadra de areia para prática de esporte, um parque para uso de recreação e uma horta para fim pedagógico e de consumo.
A escola conta ainda com um razoável espaço aberto (pátio) por onde as crianças correm e brincam nos intervalos do recreio escolar. Há também um espaço que é utilizado pelos alunos para a acomodação de bicicletas ou motos.
A escola possui uma área verde onde em cada bloco contem jardins com árvores de meio porte e gramado, a pouco tempo ocorreu a arborização com árvores característica da região dentro e ao redor da escola com objetivo de melhorar o meio ambiente da escola. A escola ainda possui amplo espaço que poderão ser trabalhado para sustentabilidade e educação ambiental.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
PROJETO ARBORIZAÇÃO E JARDINAGEM E.E DORMEVIL FARIA
O projeto foi idealizado no decorrer do ano de 2003 e vem sendo executado até esta presente data, na Escola Dormevil Faria.Nos últimos anos percebemos que a nossa clientela escolar necessitava de um espaço propício às atividades extra classe. Um ambiente que proporcionasse uma temperatura mais amena e agradável do que a encontrada em sala de aula, agravada dia-a-dia com as altas temperaturas verificadas principalmente na estação do verão.
Assim os objetivos específicos são: eliminar a falta de sombra no recinto escolar, contribuir para melhoria do ar, facilitar os trabalhos pedagógicos teoria e prática, valorizar o fazer do aluno, investigar fatores motivacionais que interferem no porte da plantas, colaborarem com a conservação ambiental, transformação do espaço ocioso da escolar.
Diante dessa situação, elaboramos este projeto de arborização o qual será executado, para também atender as necessidades pedagógicas multidisciplicinares, dando aplicabilidade da teoria à prática e consequentemente melhorar o relacionamento e o ensino aprendizagem.
Vale ressaltar ainda que o nosso município, integrante da micro-região de Cáceres, tem sofrido grandes transformações. Vasta extensão de áreas ocupada por florestas ou cerrado, vem sendo desmatada sem se preocupar com o impacto ambiental causado à natureza, para dar lugar a pecuária. Desse modo para a execução da primeira e da segunda fase do projeto arborização utilizaremos alguns procedimentos de coleta e análise de informações necessárias. Para a execução da primeira e da segunda fase do projeto arborização utilizaremos alguns procedimentos de coleta e análise de informações necessárias, conforme a ordem a seguir: definir a área a ser plantada com as plantas ornamentais, ou seja, o local onde será a jardinagem e a parte onde plantar as plantas de grande porte para a arborização, em seguida a consulta aos técnicos de órgãos competentes, para a análise e pesquisa do solo, o envolvimento e atribuições específicas dos alunos dos professores e funcionários colaboradores. Apartir daí iniciamos a escolha das mudas com a ajuda e orientação da secretaria do meio ambiente.
Vale ressaltar ainda que o nosso município, integrante da micro-região de Cáceres, tem sofrido grandes transformações. Vasta extensão de áreas ocupada por florestas ou cerrado, vem sendo desmatada sem se preocupar com o impacto ambiental causado à natureza, para dar lugar a pecuária. Desse modo para a execução da primeira e da segunda fase do projeto arborização utilizaremos alguns procedimentos de coleta e análise de informações necessárias. Para a execução da primeira e da segunda fase do projeto arborização utilizaremos alguns procedimentos de coleta e análise de informações necessárias, conforme a ordem a seguir: definir a área a ser plantada com as plantas ornamentais, ou seja, o local onde será a jardinagem e a parte onde plantar as plantas de grande porte para a arborização, em seguida a consulta aos técnicos de órgãos competentes, para a análise e pesquisa do solo, o envolvimento e atribuições específicas dos alunos dos professores e funcionários colaboradores. Apartir daí iniciamos a escolha das mudas com a ajuda e orientação da secretaria do meio ambiente.
O desenvolvimento do projeto será avaliado por todos os envolvidos: professores, alunos e coordenadores. Serão observadas as contribuições individuais e os resultados parciais dos mesmos. Com isto considerar quais objetivos alcançados, as intenções pretendidas e quais devem ser melhoradas no próximo ano letivo.
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